Oceanos

 As trucagens em 3D de filmes como Avatar e Alice foram anunciados com tanto entusiasmo que o expectador pegava imensas  filas esperançoso de que vislumbraria algo mágico, divino. Desapontados, saímos do cinema mais céticos, desiludidos com a parafernália artificiosa que, se chegou a alegrar as retinas, passou longe de impressionar o intelecto. Imagens por imagens, o que realmente deu gosto de ver foi Oceanos, documentário exibido na mostra de cinema francês no Frei Caneca e na Reserva Cultural. Poderia gastar o verbo, elogiando o deleite pictorial de cores, luzes e contrastes aliados a movimentos e sons, num ótimo exemplo daquilo que o cinema pode fazer a nossos sentidos. Em vez disso, acho que desta vez o chavão – uma imagem vale por mil palavras – pode ser utilizado sem pesar. Confira:

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4 pensamentos sobre “Oceanos

  1. Rodrigo, você fala dos movimentos e sons, mas valeria a pena comentar também a maravilhosa trilha sonora do compositor francês Bruno Coulais, cujo ritmo acompanha de forma muito bem arquitetada as imagens oceânicas.

    Um deleite para os olhos e os ouvidos.

  2. Nossa, sério, esse filme vai me fazer largar a faculdade!
    Muito legal o novo visual do blog! Gostava do outro, mas confesso que esse agradou mais.
    beijos

  3. Pingback: Melhor que Avatar « Mutuca

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