Ingmar Bergman x Corinthians

Serei breve, mais sintético do que fui da outra vez, quando comparei um jogo da Libertadores com filmes do John Ford.

Ingmar Bergman, o diretor sueco, é famoso por seus filmes densos em que a angústia e o silêncio argumentam fundo à nossa alma. Corinthians, o time paulista, é famoso por iludir e entristecer seus sofridos torcedores. Nas obras do sueco, a felicidade surge, nos acena e, por fim, ri da nossa cara de bobo. Nas campanhas do alvinegro, às vezes há superação, heroísmo e, como se tudo isso fosse um requinte da ironia, derrotas.

No primeiro, a certeza de uma angústia que eleva [?] o intelecto. No segundo, a esperança por uma alegria improvável. É como se fosse o mesmo filme, porém o público somente sabe [ou assume saber] o final do primeiro.

A qual assistir? Cada um escolha sua dor.

P.S.: Por um capricho de deuses que riem da nossa cara, perco o sinal da internet pouco antes de conseguir postar esse texto. Mal sinal.

 

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