Reformulando-me

Envelhecer faz bem. Engraçado, pois quinze dias atrás eu sentia justamente o contrário, agustiado com algo aqui, algo acolá. Mas ali, a meia hora de ônibus da minha casa, senti que velhice do último lustro me fez enxergar melhor o que naquela época já me estava próximo às mãos.

Por ora, sem dar crédito a quem o merece, soltarei apenas dois aforismos gerados neste exato instante – logo abaixo, deixarei um outro, mais antigo, que talvez lhe tenha parentesco inda que distante:

Até a estética sem ética possui seu êthos.

Aos símbolos como complementos ao concreto, não aos substituidores, aniquiladores do real.

***

Por trás de toda regra há um ideal, uma premissa que lhe seja a razão de ser. Às vezes, sempre em nome desse ideal, é lícito infringirmos a regra. A regra que não se rende a seu ideal, na verdade, possui outras premissas.

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2 pensamentos sobre “Reformulando-me

  1. Não está faltando alguma palavra no último período do primeiro parágrafo. Estou com certa dificuldade para entendê-lo… Será que estou emburrecendo?
    :/

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