Metonímicas: Noites perfeitas

         Todos os dias após o trabalho Jorge voltava para casa, sempre com uma sobremesa, comprada na doceria favorita de Rita, sua esposa. Mal chegava, já encontrava a mesa posta e punha-se a devorar os aromas e os sabores daqueles pratos que até pareciam recém-saídos da cozinha do Don Angelo, o restaurante favorito do casal, que ficava ali a menos de cinco minutos a pé de onde morava.

        Durante o jantar, logo após as duas primeiras garfadas – que, segundo ele, proporcionavam um clima ímpar a qualquer ambiente – eles começavam a conversar sobre tudo, desde os eventos mais concretos até os desdobramentos filosóficos que conseguiam extirpar de cada miudeza observada ao longo do dia. Após a janta, lavavam juntos a louça enquanto decidiam o filme a que iam assistir.

        Era mesmo um cotidiano empolgante, mas havia um problema: fazia mais de cinco anos que Jorge e Rita haviam rompido.

       Texto completo em https://mutuca.wordpress.com/metonimicas/noites-perfeitas/

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